Sua prefeitura está preparada para o IBS?
Marque os pontos que o município já atende. O resultado indica o estágio de adequação e as dimensões que concentram as lacunas mais caras de resolver depois. Nada é enviado: a avaliação acontece apenas no seu navegador.
Como o diagnóstico foi construído
Os pontos avaliados saem das frentes que aparecem com mais frequência em implantações municipais: documento fiscal padronizado, qualidade de cadastro, governança interna entre áreas, base jurídica revisada e capacitação das equipes que atendem o contribuinte.
O resultado é uma leitura de maturidade operacional, não uma certificação. Ele serve para orientar prioridade e conversa com a gestão, não para substituir análise técnica ou jurídica do caso concreto.
As bases mínimas ainda não estão cobertas. Comece por documento fiscal e governança interna: são pré-condição para todo o resto.
Prioridades sugeridas
As dimensões abaixo têm pontos ainda não atendidos. A ordem de ataque recomendada começa por documento fiscal e governança, porque as demais dependem delas.
Documento fiscal
Sem NFS-e padronizada e compartilhada com o ambiente nacional, o município perde rastreabilidade da própria base de serviços.
Cadastro e dados
Cadastro econômico e imobiliário saneado é pré-condição para identificar corretamente contribuintes, imóveis e local da operação.
Governança interna
A adequação não é projeto de TI: exige comitê com fazenda, cadastro, tecnologia, procuradoria e atendimento, com cronograma e responsável.
Base jurídica
Legislação local, convênios e contratos precisam ser revisados antes dos marcos de substituição, não depois.
Pessoas e atendimento
Equipes fiscais e de atendimento são a interface com o contribuinte; sem capacitação, o custo aparece como retrabalho e litígio.